JPMorgan tokeniza um fundo de mercado monetário no Ethereum, stablecoins viram “infra do dia a dia” na Venezuela, e a Tether tenta encostar na Juventus — mas toma um “não” da Exor. No gráfico, o BTC segue abaixo do custo-base de quem comprou recentemente, mas ainda acima das bases estruturais do ciclo.
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Hoje no episódio:
- JPMorgan no Ethereum (MONY): fundo de mercado monetário onchain com aporte inicial de US$ 100 milhões, liquidação mais rápida, negociação contínua e cotas com subscrição/resgate em dinheiro ou USDC — stablecoins como ponte entre TradFi e onchain.
- Stablecoins na Venezuela: uso por necessidade em salário, pagamentos e remessas em um cenário de hiperinflação e sanções, com P2P, lacunas regulatórias e tensão geopolítica no pano de fundo.
- Juventus recusa Tether: a Tether já teria ~10% e tentou comprar controle, mas a Exor/Agnelli disse que não vende — e a narrativa mexe até com token ligado ao clube.
- Gráfico do dia (Glassnode): BTC perto de US$ 90k abaixo do custo-base dos short-term holders (~US$ 102k), mas acima de níveis estruturais como True Market Mean (~US$ 81k) e Realized Price (~US$ 56k).
- Patrocinador — Truther: ponte entre Pix e cripto 24/7, com autocustódia e conversão transparente entre USDt, BTC, VRL e reais.
- Pepe Holmes: “A Revolução Silenciosa da Arbitrum DAO” (por Nett0) — a virada de um tesouro dependente do preço do token para uma gestão mais madura, diversificada e resiliente.
- Bate-Bola: cookies rápidos de Tesourarias & Mineração, ETFs & Mercado, Regulação & TradFi, Stablecoins & Tokenização, Infra/DAOs/DeFi, Segurança e Brasil on-chain.
Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento.
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