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As principais bolsas asiáticas abriram a semana sem direção única, enquanto os futuros em Wall Street avançando timidamente com o aumento da tensão no Médio Oriente atenuando o sentimento de alta desencadeado pela perspectiva de cortes iminentes nas taxas de juro do Federal Reserve.
O índice Stoxx Europe 600 manteve-se pouco alterado na abertura, com volumes de negociação inferiores a metade da média, uma vez que os mercados do Reino Unido estão fechados devido a um feriado (Summer Bank Holiday).Na semana que passou, o Ibovespa registrou uma alta de 1,2% em reais (0,8% em dólares), encerrando aos 135.608 pontos, após ter alcançado o patamar de 137 mil pontos durante o período. No cenário global, o destaque ficou por conta do aguardado discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, no simpósio de Jackson Hole. A postura foi mais moderada do que o previsto, o que melhorou o sentimento dos investidores em relação ao ciclo de cortes de juros nos Estados Unidos, especialmente após Powell afirmar que está pronto para agir rapidamente caso o mercado de trabalho apresente maiores sinais de enfraquecimento.
No cenário doméstico, declarações de membros do Copom reforçaram a disposição do comitê em aumentar a taxa de juros, se necessário. Isso resultou em uma abertura na curva de juros, valorização do dólar e um impacto negativo nas ações mais cíclicas da Bolsa.
A temporada de resultados do segundo trimestre chegou ao fim, com quase todas as aproximadamente 150 empresas sob cobertura da XP já tendo divulgado seus resultados. De maneira geral, as companhias apresentaram desempenho sólido, com 36% superando as estimativas de EBITDA, 49% em linha e 14% ficando abaixo do esperado.Na semana iniciada hoje, os eventos mais relevantes ocorrerão na sexta-feira, quando serão divulgados os dados da inflação ao consumidor de agosto na zona do euro e o índice de inflação medido pelo deflator das despesas de consumo pessoal nos EUA (core PCE) referente a julho. Esses indicadores serão cruciais para as próximas decisões dos bancos centrais dessas economias. No mesmo dia, também terão importância as sondagens PMI de agosto na China. Nesta segunda-feira, o destaque fica para os dados de encomendas de bens duráveis de julho nos EUA, e na quinta-feira, para a segunda estimativa do PIB do segundo trimestre – a primeira leitura apontou um crescimento trimestral anualizado de 2,8%.
No Brasil, o foco será a divulgação do IPCA-15 de agosto na terça-feira, para o qual é projetado deflação nos preços de alimentos, passagens aéreas e energia elétrica, enquanto bens industriais, gasolina e mensalidades de cursos devem mostrar aceleração. No âmbito do mercado de trabalho, o relatório Caged de empregos será publicado na quinta-feira, e a taxa de desemprego, medida pelo IBGE, na sexta-feira. Além disso, o Banco Central divulgará as estatísticas do setor externo na segunda-feira, do mercado de crédito na quinta-feira, e os resultados fiscais do setor público consolidado na sexta-feira. Antes disso, na quinta-feira, o Tesouro Nacional tornará público o resultado primário do governo central.
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Morning Gallo

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