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As principais bolsas asiáticas abriram o mês de setembro sem direção única, enquanto os futuros em Wall Street recuam, à medida que os investidores se preparam para aquele que é normalmente considerado um mês mais desafiante para o mercado acionário.
O Stoxx 600 da Europa caiu 0,3% em relação ao máximo histórico de sexta-feira, com os setores de automóveis e de bens de consumo particularmente afetados. Esta desaceleração seguiu-se a dados que mostraram um quarto mês consecutivo de contração na atividade industrial chinesa, juntamente com uma queda cada vez mais profunda no mercado imobiliário residencial do país.Após uma semana focada na curva de juros, o orçamento se torna o centro das atenções na cena local. Na última sexta-feira (30), o governo enviou ao Congresso Nacional o projeto de Orçamento para 2025, prevendo um déficit primário zero para o próximo ano e mantendo a projeção de crescimento de 2,6% do PIB para 2025, segundo o Ministério do Planejamento.
A promessa de buscar o déficit zero tanto neste ano quanto no próximo representa uma flexibilização em relação ao plano inicial do governo. Originalmente, a equipe econômica previa um déficit zero em 2024 e um superávit de 0,5% do PIB em 2025. Essa mudança na meta para o próximo ano foi anunciada em abril. O Orçamento será detalhado nesta segunda-feira (2), em uma coletiva de imprensa no Ministério do Planejamento, às 11h.
As contas públicas também foram tema de discussão durante a conferência Expert XP. No sábado (30), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que qualquer violação ao arcabouço fiscal deve ser combatida.
Nos próximos dias, as atenções se voltam para o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2024, que será divulgado na terça-feira. A expectativa do Bradesco é de um crescimento de 1% em comparação ao primeiro trimestre.
O grande destaque da semana será o relatório de emprego dos EUA (payroll), que será divulgado na sexta-feira. Esses números são fundamentais para avaliar o estado do mercado de trabalho nos Estados Unidos e serão os últimos dados desse tipo antes da próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (Fed), marcada para 18 de setembro.
Os analistas esperam uma recuperação no saldo de empregos em agosto, após a queda observada nos dados anteriores. Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, as apostas atualmente indicam 67% de chance de um corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros na próxima reunião.
Antes disso, o Livro Bege, um documento do Fed que oferece uma visão das perspectivas econômicas dos EUA, será divulgado na quarta-feira.
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Morning Gallo

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