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📈 Conheça nossa assessoria de investimentos: bit.ly/49zq0Kb A quinta-feira foi de ganhos bastante expressivos para as principais bolsas asiáticas, seguidas de perto pelos futuros em Wall Street, depois que a China prometeu novos estímulos fiscais para fortalecer sua atividade econômica.
As ações avançaram acentuadamente depois que a mídia estatal informou, citando uma reunião do partido comunista chinês sobre a situação econômica, que a China intensificará os ajustes anticíclicos da política fiscal e monetária e se esforçará para atingir as metas de desenvolvimento econômico e social para o ano inteiro.
Os índices Dow Jones e S&P 500 encerraram em queda nesta quarta-feira, recuando dos recentes recordes que haviam sido impulsionados pelo pacote de estímulos econômicos da China. Os investidores estão agora aguardando novos dados econômicos e sinais sobre possíveis cortes futuros nas taxas de juros.
Por aqui, o Ibovespa também fechou em baixa nesta quarta-feira, acompanhando o clima de aversão ao risco nos mercados globais, puxado pela fraqueza das bolsas norte-americanas e a queda nos preços do petróleo. Nem mesmo o avanço das ações da Vale e Petrobras foi suficiente para reverter o cenário negativo.
O principal índice da bolsa brasileira caiu 0,43%, fechando em 131.586,45 pontos, próximo da mínima do dia, que foi de 131.489,09 pontos. Na máxima, o índice atingiu 132.981,78 pontos, com o volume financeiro do pregão somando 21,78 bilhões de reais.
A inflação, medida pelo IPCA-15 de setembro, veio abaixo do esperado pelo mercado, influenciando a queda nas taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI).
Apesar disso, o resultado não alterou as expectativas sobre a trajetória da Selic, ainda que tenha reduzido as chances de um aumento de 75 pontos-base na reunião de novembro. O dado de inflação também não foi suficiente para diminuir as preocupações com o cenário fiscal, que continuam a pressionar a queda dos juros futuros, especialmente nos prazos mais longos.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) subiu 0,13% em setembro, desacelerando em relação aos 0,19% de agosto. As previsões dos economistas, consultados pelo Projeções Broadcast, variavam entre 0,18% e 0,33%, com mediana de 0,28%.
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Morning Gallo

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