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As principais bolsas da Ásia-Pacífico encerraram o dia em baixa, influenciadas pela queda dos índices nos Estados Unidos após a divulgação dos dados de inflação. Na China, as ações lideraram as perdas, acumulando uma queda de 3,25% na semana. No sábado, o Ministério das Finanças da China realizará uma coletiva, onde devem ser anunciados detalhes sobre um novo pacote de estímulos fiscais. A repercussão desse anúncio será acompanhada de perto na próxima segunda-feira.
Os índices futuros dos EUA também registram quedas nesta sexta-feira, ainda repercutindo os dados de inflação divulgados no dia anterior. O indicador sugere uma possível desaceleração no ritmo dos futuros cortes de juros, deixando os investidores cautelosos.
Na sessão anterior, os índices americanos fecharam em queda após o CPI (Índice de Preços ao Consumidor) vir um pouco acima do esperado, o que gerou preocupação nos mercados. Essa reação foi reforçada pelos comentários de Raphael Bostic, presidente do Federal Reserve de Atlanta, que sugeriu a manutenção da taxa de juros na próxima reunião de novembro.
Hoje, as atenções se voltam para a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI), prevista para 9h30 (horário de Brasília).
Enquanto isso, o Ibovespa, assim como o dólar, manteve pouca variação durante a tarde, conseguindo recuperar o patamar dos 130 mil pontos, perdido no fechamento anterior pela primeira vez desde o início de agosto.
No encerramento, o índice da B3 registrou alta de 0,30%, fechando aos 130.352,86 pontos, variando entre a mínima de 129.835,42 e a máxima de 130.418,47 nesta quinta-feira.
O volume financeiro foi fraco, somando R$ 17,2 bilhões. Na semana, o Ibovespa acumula queda de 1,09%, enquanto no mês recua 1,11%. No ano, a desvalorização é de 2,86%.
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Morning Gallo

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